Empresária é brutalmente espancada após apanhar de rapaz que conheceu na internet

Na semana passada uma empresária de 55 anos foi brutalmente espancada por um rapaz de 27 anos com quem estava se relacionando há 8 meses pela internet. Elaine Caparróz, moradora da zona Oeste do Rio de Janeiro, foi encontrada desmaiada e desfigurada em seu próprio apartamento após vizinhos ouvirem os pedidos de socorro e acionarem a Policia Militar.

De acordo com relatos da vítima, ela e o agressor Vinícius Batista Serra, 27, trocavam mensagens nas redes sociais já havia 8 meses, mas ainda não se conheciam pessoalmente. Foi então que o primeiro encontro foi marcado: um jantar na casa de Elaine. Tudo parecia ir bem, até que Batista pediu para passar a noite na casa de Elaine e sugeriu que eles dormissem abraçados. Logo após Elaine acordou já sendo espancada por Vinícius, que desferiu inúmeros golpes na vítima que gritava por socorro. A tortura teria durado cerca de 4 horas, o que ocasionou diversas fraturas do rosto e no corpo da empresária.

Após ouvir os pedidos de socorro, o zelador foi quem acionou a polícia. Ao chegarem à residência a porta estava aberta, o agressor já não estava mais no local do crime. O zelador então acionou a segurança do prédio que impediu a fuga de Batista até a chegada da polícia. O agressor foi preso em flagrante após tentar fugir do condomínio onde a empresária reside.

Em depoimento na delegacia o agressor diz ter bebido vinho, dormido e, “não se lembrar do ocorrido’, pois ao acordar teria sofrido um “surto psicótico”, mas de acordo com o registro policial, Batista se identificou com um nome falso ao entrar na portaria do prédio de Elaine, além de já ter histórico de agressão ao irmão, que é deficiente, em 2016, em denúncia apresentada à polícia pelo próprio pai, que naquela ocasião também teria levado um golpe no rosto ao tentar evitar a briga.

O caso de agressão a empresária está sendo investigado pela polícia e foi registrado como tentativa de feminicídio.

Com fraturas graves na face e em diversas partes do corpo, além de um trauma de pulmão e nos rins, a vítima permanece internada, deve passar por cirurgias reparadoras na face e ainda não tem previsão de alta.